
O Inverso do Ocaso
O dia cobria-se de rosa-lilás
Pequenas partículas de chuva, quase imperceptíveis
Tocavam a cidade
Garoa fina, mas trazia vida em seu breve furor.
Pus-me a caminhar
Por esse ambiente silencioso e vazio
Era tarde, a chuva tocava meu rosto
Havia frio
E a alma se lançava a amplitude do sentir...
Os braços soltos
Os olhos dispersos, perdidos ao horizonte
Um simples mortal experimentando a vida
Em seus pecados e ambições
Por entre seus medos caminhava
E em seu silêncio procurava encontrar explicações.
O sabor do belo, do ocaso das estações
Minha estrela não era de ninguém
Aos pés do céu seguia o meu pensamento
Os meus amigos pensamentos
Eu querendo um mundo melhor
Uma vida que se possa ser , sê inteiro !
Eu encontrei o berço dos meus sonhos
Que eram o destino dos meus amores
Da minha forma de querer abraçar o infinito.
O dia cobria-se de rosa-lilás
Pequenas partículas de chuva, quase imperceptíveis
Tocavam a cidade
Garoa fina, mas trazia vida em seu breve furor.
Pus-me a caminhar
Por esse ambiente silencioso e vazio
Era tarde, a chuva tocava meu rosto
Havia frio
E a alma se lançava a amplitude do sentir...
Os braços soltos
Os olhos dispersos, perdidos ao horizonte
Um simples mortal experimentando a vida
Em seus pecados e ambições
Por entre seus medos caminhava
E em seu silêncio procurava encontrar explicações.
O sabor do belo, do ocaso das estações
Minha estrela não era de ninguém
Aos pés do céu seguia o meu pensamento
Os meus amigos pensamentos
Eu querendo um mundo melhor
Uma vida que se possa ser , sê inteiro !
Eu encontrei o berço dos meus sonhos
Que eram o destino dos meus amores
Da minha forma de querer abraçar o infinito.
Rodrigo Costa - Alan Caeiro (Poeta dos Montes)