Em que o amor não brilha
E o feixe de luz oscilando na retina
É apenas espera
Só ela e a solidão... Ela sabe que toda dor e solidão
É um fardo pesado demais para ser carregado
Tudo que ela sonha são manhãs no parque
Num dia ensolarado
Com alguém do seu lado
Alguém que ela fite pelos olhos
E sinta-se segura
Alguém que ela sinta merecer ser o SEU namorado.
“Olha mamãe, as cores do infinito”
E acrescentava:
“Olha mamãe, tão lindo!”.
A mãe impaciente
Achava aquilo perca de tempo
Pura arte de menino birrento.
Já cansado de não ser compreendido
O menino então, lentamente começou a desenhar no muro
A mãe surpresa observava com atenção
Pois o muro outrora vazio
Revelava tanta vida com os desenhos do menino
Viam-se flores, corações, pessoas e até um sol
Ele provou ser possível
Contemplar o infinito com o mínimo de carinho e imaginação.
Por fim, a mãe rendeu-se a sabedoria de seu filho
E sentiu que era hora de também revistar seus infinitos
Posto que, a beleza se esconde no “vazio”
Para que apenas corações simples e convictos
Consigam identificar seu encanto e provar seu brilho.
Através daquele pequeno gesto
A mãe reaprendeu a encontrar
E valorizar
Seu tesouro secreto.
Rodrigo Costa Lima
P.S.:
O poeta, testemunha ocular dessa cena
Tomou para si:
"Aquilo que sentimos
Precisamos viver
Para que as pessoas possam enxergar
E finalmente, CRER!".
Poema que fiz pelo aniversário da minha querida e doce amiga Jéssica! Pra você com meu carinho, encanto, sonhos, poesia e emoção!
Acredite no amor e em tudo de mais belo que ele faz refletir em um sorriso Esqueça palavras mal pronunciadas, frases incompreendidas, momentos de dor que fizeram chorar e deixaram máculas Não alimente pensamentos caducos que não andam bem das pernas, confundem-se constantemente e trocam passos sem rumo na estrada Seja protagonista de sua própria história e recrie novas páginas, reescreva, refaça a mente e seja feliz brilhando no palco que sustenta o maior espetáculo do mundo A Vida!