
Ao Silêncio que Conforta
Por que ousam perguntar ao poeta
Se ele verdadeiramente ama?
Mal ele sabe ao certo, o motivo e a força das palavras
Por que ousam questionar?
Por que ousam questionar ao poeta
O motivo de seus sonhos?
Se nem ele sabe ao certo o que lhe faz viver
Apenas encontra no breu, a agonia, a companhia
A loucura que o faz sofrer.
Por que ousam indagar o poeta
O motivo de tanta tristeza?
Se mal ele sabe ao certo o que o olhar procura,
Devido a tanta incerteza
Ou por que procura o olhar
E ainda, por que procura olhar...
Por que ousam interrogar o poeta
As razões de seu ofício?
Dirá ele meio desconcertado e oprimido
Desconhecer as razões
Pois vive ele de loucuras e ilusões
Encontrando sentimentos perdidos
Encontrando o amor onde está esquecido
Vendo alegria em um mundo deprimido
E por fim, chorando sozinho...
Em um canto esquecido.
Por que ousam perguntar ao poeta
Se ele verdadeiramente ama?
Mal ele sabe ao certo, o motivo e a força das palavras
Por que ousam questionar?
Por que ousam questionar ao poeta
O motivo de seus sonhos?
Se nem ele sabe ao certo o que lhe faz viver
Apenas encontra no breu, a agonia, a companhia
A loucura que o faz sofrer.
Por que ousam indagar o poeta
O motivo de tanta tristeza?
Se mal ele sabe ao certo o que o olhar procura,
Devido a tanta incerteza
Ou por que procura o olhar
E ainda, por que procura olhar...
Por que ousam interrogar o poeta
As razões de seu ofício?
Dirá ele meio desconcertado e oprimido
Desconhecer as razões
Pois vive ele de loucuras e ilusões
Encontrando sentimentos perdidos
Encontrando o amor onde está esquecido
Vendo alegria em um mundo deprimido
E por fim, chorando sozinho...
Em um canto esquecido.
Rodrigo Costa Lima